
No final dos anos 90 entra na grade (grade?) do SBT o programa Fantasia. Nos moldes característicos de Sílvio Santos, o 'recreativo' das tardes brasileiras distribuía prêmios em dinheiro com a participação do telespectador. Foi um fenômeno, chegando a derrubar a rede telefônica de São Paulo com cerca de 100 mil ligações ao mesmo momento. Fantasia trazia consigo quatro rostos novos, apresentadoras muito bonitas e simpáticas, num cenário tropical (mais caribenho que brasileiro), sendo auxiliadas por uma legião de moças sorridentes. Logo depois foi a vez de Carla Perez estrear à frente da atração. Com a licença de Copélia, "prefiro não comentar"... uma terceira temporada, sem sucesso, levava ao ar Celso Portiolli, Márcia Goldshimidt, Otavio Mesquita, Christina Rocha, enfim... pessoas muito diferentes num mesmo palco. Não durou muito tempo.
Dez anos após sua primeira ida ao ar, o vespertino volta a ser exibido na madrugada (nada contra o SBT, não é isso; mas pra mim é mais uma prova da falta de estrutura na rede). Dessa vez, dois apresentadores comandam a atração: Helen Ganzarolli e Caco Rodrigues. Apesar da presença de Luiz Bacci, a emissora não o divulga como apresentador em seu site. E, é claro, mais uma vez com o imensurável time de meninas – e olha que nem a beleza é homogênea dessa vez. Surpresas à parte, me detenho aos apresentadores.
Caco é até bem simpático, às vezes rude demais com a tia que liga, tadinha. Mas frente às câmeras tem certa naturalidade, que agrada, inclusive. Um sorriso meio forçado, mas vamos lá... afinal de contas, ficar atendendo telefone à uma da madrugada não é muito convidativo...
Helen é um caso à parte. Prova concreta de que talento não se transporta por osmose! Os anos ao lado de Gugu – convenhamos: talento também não tem. É costume ver essa criatura aos domingos. Lavagem cerebral, só pode. Nem Freud explica! Pois então, anos dividindo o palco com celebridades consagradas que parecem não ter adiantado de nada. A garota é um misto de euforia e plasticidade. Sorrisos mais que forçados e espasmos faciais que, pra não pegar pesado, me deixam constragido. Caras e bocas que eu ficaria sem graça se visse isso ao lado da minha mãe numa madrugada dessas...
Bom, pra quem estreou há uma década atrás como fenômeno de audiência, ir parar à uma da manhã, sendo apresentado por Helen Ganzarolli... unf... melhor eu ficar quieto antes que voltem com a Carla Perez. Pra ver isso, só tarde da noite mesmo, quando meu cérebro já não assimila muita coisa...
Dez anos após sua primeira ida ao ar, o vespertino volta a ser exibido na madrugada (nada contra o SBT, não é isso; mas pra mim é mais uma prova da falta de estrutura na rede). Dessa vez, dois apresentadores comandam a atração: Helen Ganzarolli e Caco Rodrigues. Apesar da presença de Luiz Bacci, a emissora não o divulga como apresentador em seu site. E, é claro, mais uma vez com o imensurável time de meninas – e olha que nem a beleza é homogênea dessa vez. Surpresas à parte, me detenho aos apresentadores.
Caco é até bem simpático, às vezes rude demais com a tia que liga, tadinha. Mas frente às câmeras tem certa naturalidade, que agrada, inclusive. Um sorriso meio forçado, mas vamos lá... afinal de contas, ficar atendendo telefone à uma da madrugada não é muito convidativo...
Helen é um caso à parte. Prova concreta de que talento não se transporta por osmose! Os anos ao lado de Gugu – convenhamos: talento também não tem. É costume ver essa criatura aos domingos. Lavagem cerebral, só pode. Nem Freud explica! Pois então, anos dividindo o palco com celebridades consagradas que parecem não ter adiantado de nada. A garota é um misto de euforia e plasticidade. Sorrisos mais que forçados e espasmos faciais que, pra não pegar pesado, me deixam constragido. Caras e bocas que eu ficaria sem graça se visse isso ao lado da minha mãe numa madrugada dessas...
Bom, pra quem estreou há uma década atrás como fenômeno de audiência, ir parar à uma da manhã, sendo apresentado por Helen Ganzarolli... unf... melhor eu ficar quieto antes que voltem com a Carla Perez. Pra ver isso, só tarde da noite mesmo, quando meu cérebro já não assimila muita coisa...
